SOBRE O AUTOR

DANILO MENESES
Bacharel em Direito pelo Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC, especialista em Ciências Penais pela Rede LFG em parceria com a Universidade Anhanguera Uniderp, Advogado (2011-2013), Delegado de Polícia.

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Arquivos do mês de março, 2016

PostHeaderIcon LUIZ FELIPE PONDÉ

A afirmação de que os seres humanos são iguais é uma farsa, por isso serei redundante para fazer disso uma máxima: alguns poucos são melhores e carregam o mundo nas costas, enquanto os outros apenas se aproveitam.

LUIZ FELIPE PONDÉ

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PostHeaderIcon Da crise política à crise na capacidade de aprender: a eterna mania do “mais do mesmo”…

POR DANILO MENESES

Ouvi dizer que estamos em uma CRISE POLÍTICA. Não sei se é verdade. Mas partirei do princípio de que seja. Como não vejo TV não posso provar a veracidade do meu princípio. Se bem que tampouco poderia o fazer se tivesse perdido boa parte do meu sagrado tempo em frente a uma telinha (que adora distorcer as coisas) – mas é óbvio que numa tarde de sexta eu tinha algo mais interessante a fazer. Nada é uma delas. Afinal, o que poderia ser pior do que noticiários televisivos? Mas deixarei a crítica à imprensa para outra oportunidade. Ou não. Voltemos ao princípio: vivemos uma crise política.

Está ocorrendo de tudo neste nosso Brasil. E hoje (04/03/2016) me parece que algo de extraordinário aconteceu. Um certo ex-presidente teria sido carinhosamente “convidado” para prestar depoimento sobre o suposto uso da máquina pública para benefício particular (coisa rara de ser ver no Brasil, diga-se de passagem). Não o bastasse, a atual presidenta (para não desagradar aos feministas de plantão) teria provocado uma “dança das cadeiras” em Brasília – com intenções nem um pouco transparentes (um passarinho me contou que a hipótese de tentativa de “barrar” a atuação da Polícia Federal não poderia estar descartada – ainda não sei se acredito).

Sobre a hipótese inicial: a tal crise política está aí. Instalou-se e provocou um problema de “governabilidade” (sei lá o que isso significa, mas soa erudito usar este termo). E o povo? Segue esbravejando – principalmente nas redes sociais, mecanismos que considero mais usado no que tange à participação popular nas questões políticas (embora esteja mais para palpite desprovido de eficácia).

O que fazem? Uns pregam a prisão do ex-presidente (o motivo ainda não ficou bem claro, mas as fundamentações nas redes são das mais diversas – e bizarras – possíveis). Outras clamam pela guerra contra o golpe – embora o uso dos dois termos me pareça desconexo do contexto (guerra? Golpe?). No fim das contas o que mais interessa é que a razão tem ficado no lugar de sempre – bem longe dos holofotes do debate. Uma pena…

Mas alguns efeitos surgirão de toda essa reviravolta política. Com toda certeza. Previsões não faltam. E com mais certeza ainda alguns acertarão o prognóstico: um chute de olhos fechados de hoje pode ser a profecia realizada de amanhã. Pulo a parte dos referidos efeitos. Assumo: NÃO SEI O QUE VAI SER (faço uso da mesma “humildade epistemológica” de certa apresentadora de TV). Mas pelo menos acredito que deveríamos utilizar o momento político para o bem. Deveríamos  sobre medidas que precisam ser tomadas na tentativa de “colocar o país nos eixos” (para os delirantes que, assim como eu, acreditam que nosso BRASIL “tem jeito).

O que espero? Que essa crise política ensine ao brasileiro que quanto maior o poder estatal maiores as oportunidades de corrupção e maior o índice de expropriação de quem realmente produz. O que acontece é exatamente isso (e fico abismado quando percebo que alguém ainda não percebeu): o estado toma seu dinheiro à força para distribuí-lo da forma que entender melhor. Simples assim: da forma que ELE (ESTADO) entende melhor. Neste processo sua opinião é a que menos importa – se é que tem alguma importância.

Se isso é necessário? Creio que sim. Afinal, é (centro absurdamente simplista e reducionista) é para isso que “serve” o Estado. Só entendo que tal “processo de expropriação” seja um “MAL NECESSÁRIO” e, portanto, deve ser contido – reduzido ao mínimo.

Devemos  ter a consciência de que dinheiro não nasce “do nada” e que o que está sendo dado a você foi tomado (à força) de alguém (regra aplicada à tributação e à prestação de serviços públicos, mas inaplicável à economia como um todo, vista que esta última não é um “jogo de soma zero”). Talvez assim (com essa consciência) as pessoas passem a lutar por “MENOS ESTADO”: este monstro paquidérmico precisa receber um FIM no seu processo de auto-expansão.

Menos estado, mais liberdade (em todas as suas vertentes), já pensou, que legal? A não ser que você pense o contrário: direito seu. Me diga que comunidade consegue crescer quando dois de seus membros precisam trabalhar para sustentar um terceiro que nada faz e me dou por convencido.

A parte ruim vem logo agora: o que espero é totalmente distante do que vejo. E o que vejo? Uma guerra político-partidária em que ambos os lados pregam o aumento da causa do problema atual. Todos os lados querem “MAIS ESTADO” para resolver o problema. E a causa do problema é justamente (não se espante) EXCESSO DA PRESENÇA ESTATAL. É brincadeira (apelei)! É como se, em vez de estar preocupado com a vedação da criação de oportunidades para ROUBOS (no sentido vulgar do termo) cada lado do debate estivesse mais preocupado com o próprio “direito de roubar”.

CANSEI. Quando vamos amadurecer? Quando vamos deixar a iniciativa privada trabalhar? Quando vamos deixar de considerar o ESTADO o “paizão” que nos socorrerá nos momentos difíceis? Quando vamos resgatar a meritocracia? Quando vamos entender que quanto mais o estado “tem que fazer”, mais cobra por isso? Quando vamos perceber que normalmente costumam cobrar muito para fazer pouco (e porcamente mal feito)?

A corrupção não vai acabar enquanto as oportunidades para tal não cessarem. Alimentar políticas utópicas (como querer que as pessoas sejam, do nada, MAIS HONESTAS) é uma burrice sem fim (posso parecer agressivo, mas BURRICE ainda foi um elogio – cogitei usar um termo mais agressivo). Reduzir o poder do estado ninguém quer né? Afinal, a quem interessa um estado FORTE E GIGANTESCO senão aos que mamam em suas tetas (como servidor público me incluo nesta lista – de quem mama em suas tetas – mas me excluo da lista dos que clama por tetas cada vez maiores, tocando o “foda-se” para a saúde da vaca)?

Caminhamos rumo ao precipício e a solução que cada lado do debate oferece é: COMO DEVEMOS MORRER? Melhor se estivéssemos preocupados em prorrogar as nossas (suadas e sacrificadas) vidas enquanto ainda há tempo. Chegará um momento em que a irresponsabilidade fiscal, a corrupção e a ineficiência na gestão dos recursos públicos cobrará o seu preço. E sabe quem pagará a conta? Você! Melhor assinar o seu cheque: e “rezar” (apenas torcer não adianta) para que consiga fazer com que ele tenha “fundos”…

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PostHeaderIcon RODRIGO NOGUEIRA

A verdade é que, quando o PM vai preso, 99% dos seus conhecidos o abandonam. Esquecem. Alguns têm curiosidade em ver como é a cadeia, dizem que querem visitar, não por solidariedade, mas sim por certo sadismo, algo como ver alguém quer era tido como bambambã agora acuado, humilhado, fudido.

RODRIGO NOGUEIRA

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PostHeaderIcon RODRIGO NOGUEIRA

Agentes de segurança pública corruptos, traficantes, mortes e miséria, tudo financiado com dinheiro de quem acha que fumar e cheirar não é nada demais, não é errado, não é crime.

RODRIGO NOGUEIRA

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O combate à corrupção e a defesa da ética e trato da coisa pública serão objetivos centrais e permanentes do meu governo. É preciso enfrentar com determinação e derrotar a verdadeira cultura da impunidade que prevalece em certos setores da vida pública.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

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Irresponsavelmente, o governo passara a usar e abusar do BNDES. O banco virou uma espécie de benfeitor do grande capital, à expensas, claro, do interesse público. Somente em três anos, esta política custara ao contribuinte R$ 28 bilhões. Desde a crise de 2008, o governo repassou ao banco R$ 282 bilhões, tomados a juros mais altos no mercado. Explicando melhor: em dezembro de 2011, o Tesouro pagou, em média, 12,83% por títulos emitidos para financiar o BNDES; e este devolvia o empréstimo ao próprio Tesouro com taxa de apenas 6%. […] Foram transferidos bilhões de reais do Estado para os grandes grupos privados nacionais em ‘empréstimos’ com juros de pai para filho – e de filho predileto.

MARCO ANTÔNIO VILLA

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PostHeaderIcon ARTHUR SCHOPENHAUER

O sono profundo, por isso, não diferente da morte quanto à duração do momento, mas unicamente quanto à duração do futuro; ou por outras palavras, quanto ao despertar.

ARTHUR SCHOPENHAUER

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