SOBRE O AUTOR

DANILO MENESES
Bacharel em Direito pelo Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC, especialista em Ciências Penais pela Rede LFG em parceria com a Universidade Anhanguera Uniderp, Advogado (2011-2013), Delegado de Polícia.

Pesquisa interna
Central Blogs

PostHeaderIcon Legítima defesa: mais do que um direito, um dever moral

POR DANILO MENESES

Precisamos combater a VIOLÊNCIA CRIMINOSA, não a VIOLÊNCIA em si. O USO DA FORÇA, nas ocasiões em que for necessária, é um instinto humano: renunciá-lo é a materialização da covardia.

Vai por mim: se, na possibilidade de reação você deixa um ente querido sucumbir à ausência de escrúpulos de um latrocida ou estuprador, não há NADA de nobre nisso. Aliás, muito pelo contrário. E você, na melhor das hipóteses, terá de conviver com a dor de nada ter feito… na pior, terás a própria culpa como uma parceira quase insuportável.

Reagir à injusta agressão não é errado. Não é pecado. É normal. Me causa estranheza a pulverização de uma doutrina que diz: NADA FAÇA que terás como PRÊMIO a “BONDADE e COMPLACÊNCIA” do AGRESSOR! Só esquecem de ressaltar (intencionalmente?) o caráter (nem um pouco confiável) do mesmo.

Portanto, tendo oportunidade, defenda a si mesmo e aos que ama. Confesso: soa estranho que tal assertiva pareça um CONSELHO quando estou apenas DIZENDO O ÓBVIO. Mas volto a repetir: se exigir as circunstâncias, para o exercício da legítima defesa (seja porque a “vítima” estava roubando – o que por si só já lhe faz perder o referido título, seja por outra espécie de injusta agressão), que as medidas necessárias a conter o ataque sejam tomadas.

E se o resultado for o fim da vida daqueles que pouca importância dão para a vida alheia, eu não estou nem aí. NEM AÍ! Para ser bem sincero (e nem um pouco politicamente correto), eu posso, eventualmente, achar até bom…

Popularity: 1% [?]

Comentário