SOBRE O AUTOR

DANILO MENESES
Bacharel em Direito pelo Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC, especialista em Ciências Penais pela Rede LFG em parceria com a Universidade Anhanguera Uniderp, Advogado (2011-2013), Delegado de Polícia.

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Arquivos do mês de janeiro, 2018

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Já não se discute mais nada. O objeto da discussão parece cada dia mais distante e irrelevante. A realidade se tornou um impasse – a ser, obviamente, superado pela sofisticação argumentativa. Tudo se tornou ideologia. A continuar assim os fatos (e logo em seguida a linguagem) não farão o mínimo sentido.

DANILO MENESES

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Eu não me importo de errar. De me arrepender, de voltar atrás. De arriscar e perder. Antes um equívoco agindo do que conviver com o fantasma da omissão. Afinal, não decidir também é uma escolha!

DANILO MENESES

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PostHeaderIcon Lamentações…

POR DANILO MENESES

Nós somos irresignados por natureza. Carregamos no interior da nossa alma uma violenta dose de rebeldia que, não raras vezes, insiste em nos mover contra as forças do mundo – ao nosso juízo, tudo DÁ ou ESTÁ errado. Eis a nossa sentença: pobres mortais azarados. Questionamos o destino. Questionamos a sorte (ou melhor, a ausência dela). Questionamos até Deus – se nem ELE é poupado, quiçá nós mesmos. Questionamos não apenas a natureza do nosso EU, mas também as nossas escolhas. Como mecanismo psicológico de defesa (ou seria “auto-ataque”, numa espécie paranóica de masoquismo?) cultivamos o monstro da “saudade dos tempos que nunca existiram”. Uma coisa é fato: somos reclamões por natureza. Até que chega o tempo em que nos esquecemos, seguimos a vida e, de repente, o Professor Tempo, com aquela suavidade certeira que lhe é peculiar, nos mostra que estávamos exatamente onde deveria estar… Que na peça da vida, éramos personagens essenciais – ao menos da nossa… Que as coisas nunca estiveram erradas… Que no fundo questionamos o mundo, quando o alvo dos nossos descontentamentos deveria ser nossa própria capacidade de aprender… De crescer. Porque a pior das mortes é aquela em que, embora aparentemente vivos e respirando, desistimos de nós mesmos.

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