SOBRE O AUTOR

DANILO MENESES
Bacharel em Direito pelo Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC, especialista em Ciências Penais pela Rede LFG em parceria com a Universidade Anhanguera Uniderp, Advogado (2011-2013), Delegado de Polícia.

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Arquivos da Categoria ‘Frases e pensamentos’

PostHeaderIcon Dignidade tem preço?

POR DANILO MENESES

Dizer que a POBREZA é a CAUSA DO CRIME é a autêntica DESUMANIZAÇÃO DO HOMEM. É vincular o saldo da conta bancária à sanidade nas decisões morais. É negar o poder de decisão das pessoas de classes econômicas menos favorecidas, tornando-as meros fantoches desprovidos de vontade, meros excrementos do organismo social. É considerá-los “bichos”, incapazes de se orientar e decidir por si só, porque despossuídos de recursos econômicos hábeis a comprar a própria possibilidade de determinação.

É ignorar que grande parte da população brasileira acorda cedo, muitas vezes de madrugada, no duro labor diário de tentar colocar o “pão” dentro de casa, pão este muitas vezes é “roubado” por alguém cuja carência não é financeira, mas de caráter (BANDIDO que modernamente, no auge da hipocrisia, recebeu o título honorífico de VÍTIMA SOCIAL).

Dizer que as pessoas cometem CRIMES VIOLENTOS por serem POBRES não só ofende a realidade do cotidiano do cidadão brasileiro, da grande e absoluta maioria dos cidadãos brasileiros, mas também me ofende pessoalmente.

E por quê? Porque sou oriundo de família pobre, que sempre viu no TRABALHO e no ESFORÇO a única capacidade de crescimento. Tudo que meus pais e avós conseguiram foi a custa de muito suor. E eles sabiam o que estavam fazendo. Tomaram decisões conscientes. Eram donos do próprio destino – ou, ao menos se sentiam assim. Cresceram com a máxima (verdadeira) de que “não tem dinheiro que dê jeito naquilo que uma boa educação não faz”.

Eu não quero amplificação das desigualidades. Elas existem e algumas delas devem ser controladas ou minimizadas. Eu não apoio o sistema social por completo. Eu não sou totalmente favorável ao nosso arcabouço econômico. Só não concordo com essas “teorias meia-boca” que querem fazer das DIFERENÇAS ECONÔMICAS um cheque em branco para as ATROCIDADES. Teorias essas que negam a liberdade de decisão do homem e “inventam” todas as causas possíveis para o crime (outro dia li que a ausência de postes conduziria à violência!?!), retirando do rol a decisão pessoal de cometê-lo.

O mais trágico de toda essa ideologia com sua “parafernália politicamente correta” é que acabam por atingir em cheio justamente aqueles que dizem proteger: o TRABALHADOR POBRE. Fora de casa por ter de trabalhar, sem seguranças armados (e sem o poder de defender a si mesmo), morando em locais perigosos, é ele a principal vítima de toda essa “bandidolatria” que se instalou no país. Mas isso pouco importa, afinal, ele é pobre e não deve se incomodar com isso, já que (segundo os bandidolatristas) ainda não conquistou o direito de pensar por si mesmo…

 

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PostHeaderIcon CELSO FERNANDES CAMPILONGO

A condição de observador de segunda ordem não autoriza os tribunais a desenvolverem papel de substitutos nem coordenadores de sistemas que lhe são estranhos. O sistema jurídico não está habilitado a promover comunicação sanitária, decisão política, pagamentos, produção de bens, solução de questões científicas, pedagogia de alfabetização. Porém, muitas vezes, as decisões dos tribunais parecem ignorar essa obviedade. Assuem um ônus que o sistema jurídico não é capaz de saldar.

CELSO FERNANDES CAMPILONGO

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PostHeaderIcon LUIZ EDUARDO SOARES

A postura tradicional das esquerdas sendo negativa, diz-nos o que não fazer; é omissa sobre o que fazer. Adotar uma posição negativa, denunciando os erros, ainda que seja insuficiente, funciona quando se está na oposição. Mas é trágico quando se está no poder. Os militantes dos partidos de esquerda e das organizações não-governamentais costumam cumprir com bravura e dignidade o papel de críticos dos governos e das polícias, denunciando os abusos, brutalidade e corrupção policiais, desrespeito aos direitos humanos e aos direitos civis. Todavia, pouco traduzem as posturas negativas em propostas, convertendo a indignação em sugestões práticas sobre alternativas viáveis.

LUIZ EDUARDO SOARES

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PostHeaderIcon LUIZ EDUARDO SOARES, ANDRÉ BATISTA & RODRIGO PIMENTEL

Não há democracia sem polícia. Se desejamos construir uma sociedade justa e democrática, não podemos deixar as polícias às margens e à deriva.

LUIZ EDUARDO SOARES, ANDRÉ BATISTA & RODRIGO PIMENTEL

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PostHeaderIcon LUIZ FELIPE PONDÉ

A afirmação de que os seres humanos são iguais é uma farsa, por isso serei redundante para fazer disso uma máxima: alguns poucos são melhores e carregam o mundo nas costas, enquanto os outros apenas se aproveitam.

LUIZ FELIPE PONDÉ

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PostHeaderIcon RODRIGO NOGUEIRA

A verdade é que, quando o PM vai preso, 99% dos seus conhecidos o abandonam. Esquecem. Alguns têm curiosidade em ver como é a cadeia, dizem que querem visitar, não por solidariedade, mas sim por certo sadismo, algo como ver alguém quer era tido como bambambã agora acuado, humilhado, fudido.

RODRIGO NOGUEIRA

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PostHeaderIcon RODRIGO NOGUEIRA

Agentes de segurança pública corruptos, traficantes, mortes e miséria, tudo financiado com dinheiro de quem acha que fumar e cheirar não é nada demais, não é errado, não é crime.

RODRIGO NOGUEIRA

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PostHeaderIcon LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

O combate à corrupção e a defesa da ética e trato da coisa pública serão objetivos centrais e permanentes do meu governo. É preciso enfrentar com determinação e derrotar a verdadeira cultura da impunidade que prevalece em certos setores da vida pública.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

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PostHeaderIcon MARCO ANTÔNIO VILLA

Irresponsavelmente, o governo passara a usar e abusar do BNDES. O banco virou uma espécie de benfeitor do grande capital, à expensas, claro, do interesse público. Somente em três anos, esta política custara ao contribuinte R$ 28 bilhões. Desde a crise de 2008, o governo repassou ao banco R$ 282 bilhões, tomados a juros mais altos no mercado. Explicando melhor: em dezembro de 2011, o Tesouro pagou, em média, 12,83% por títulos emitidos para financiar o BNDES; e este devolvia o empréstimo ao próprio Tesouro com taxa de apenas 6%. […] Foram transferidos bilhões de reais do Estado para os grandes grupos privados nacionais em ‘empréstimos’ com juros de pai para filho – e de filho predileto.

MARCO ANTÔNIO VILLA

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PostHeaderIcon ARTHUR SCHOPENHAUER

O sono profundo, por isso, não diferente da morte quanto à duração do momento, mas unicamente quanto à duração do futuro; ou por outras palavras, quanto ao despertar.

ARTHUR SCHOPENHAUER

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